Em outubro de 2017, o site da jornalista de moda Lilian Pacce publicou “A moda agênero agora pra crianças!”, mostrando que o fim da divisão entre rosa e azul nas roupas infantis estava virando tendência. O texto lembra que a rede britânica John Lewis anunciou o fim da separação por gênero na seção infantil, com o objetivo de não reforçar estereótipos desde cedo, e que a americana Target também retirou a divisão de alguns departamentos e as cores rosa e azul das prateleiras de brinquedos.

 

E no Brasil?

 

A matéria menciona a coleção agênero criada por Alexandre Herchcovitch para a marca infantil PUC e cita marcas menores que assumem o genderless como parte da identidade: Marré Deci, Ateliê Cui Cui, Matiz e a Roupa para Brincar, cujas peças aparecem na galeria do texto. Entra na lista também a Laundry, da estilista Patrícia Grejanin, que passou a criar as roupas que gostaria de ver para o próprio filho.

 

Leia a reportagem completa em Lilian Pacce: https://www.lilianpacce.com.br/moda/moda-agenero-agora-pra-criancas/